08
nov
Inep defende Enem e diz que coincidência com redação falsa não interfere em exame

Foto: Reprodução / Facebook
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou comunicado na tarde desta segunda-feira (7) rechaçando as críticas feitas à redação do Enem deste ano. O tema “Caminhos para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil” é semelhante ao de uma prova falsa divulgada pouco antes do exame do ano passado: “Intolerância Religiosa no Século XXI” (veja mais). O instituto defende que houve apenas uma coincidência de assuntos que não interfere no exame.  “Abordar simplesmente o tema a intolerância religiosa no século XXI não permite que o participante desenvolva uma proposta de intervenção na realidade respeitando os direitos humanos”, afirma a nota. No ano passado, a proposta de redação da prova falsa também tinha um gráfico parecido com o apresentado no Enem deste ano. “O gráfico que apoia o desenvolvimento da redação do Enem 2016 é baseado em um estudo da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, de domínio público. O gráfico da prova falsa divulgada às vésperas do Enem 2015 é baseado no mesmo estudo, mas tem recorte diferente”, relata. O Inep ainda ressaltou que todos os anos vazam propostas de redação falsas com temas de relevância social “que muitas vezes mantém uma relação com o que pode ser proposto em Redações do Enem”.

À esquerda, a prova falsa que circulou na internet em 2015; à direita a prova do Enem deste ano
(Foto: Reprodução / G1)

Inep defende Enem e diz que coincidência com redação falsa não interfere em exame

Foto: Reprodução / Facebook
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou comunicado na tarde desta segunda-feira (7) rechaçando as críticas feitas à redação do Enem deste ano. O tema “Caminhos para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil” é semelhante ao de uma prova falsa divulgada pouco antes do exame do ano passado: “Intolerância Religiosa no Século XXI” (veja mais). O instituto defende que houve apenas uma coincidência de assuntos que não interfere no exame.  “Abordar simplesmente o tema a intolerância religiosa no século XXI não permite que o participante desenvolva uma proposta de intervenção na realidade respeitando os direitos humanos”, afirma a nota. No ano passado, a proposta de redação da prova falsa também tinha um gráfico parecido com o apresentado no Enem deste ano. “O gráfico que apoia o desenvolvimento da redação do Enem 2016 é baseado em um estudo da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, de domínio público. O gráfico da prova falsa divulgada às vésperas do Enem 2015 é baseado no mesmo estudo, mas tem recorte diferente”, relata. O Inep ainda ressaltou que todos os anos vazam propostas de redação falsas com temas de relevância social “que muitas vezes mantém uma relação com o que pode ser proposto em Redações do Enem”.

À esquerda, a prova falsa que circulou na internet em 2015; à direita a prova do Enem deste ano
(Foto: Reprodução / G1)

Fonte Bahia Noticias.