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 Petrobras reduziu para R$ R$ 1,4537 o valor cobrado pelo litro da gasolina repassado para as refinarias ontem (8)

A Petrobras reduziu para R$ R$ 1,4537 o valor cobrado pelo litro da gasolina repassado para as refinarias ontem. Hoje, o valor será menor ainda: R$ 1,4337, menor patamar nos últimos quinze meses. A última vez que o litro da gasolina foi vendido por menos de R$ 1,50 foi em meados de setembro de 2017. 

Para César Bergo, especialista em mercado financeiro da Universidade de Brasília (UnB), a redução dos preços é o resultado da lua de mel que o novo governo está vivendo, do cenário internacional do petróleo e da guerra comercial entre os estabelecimentos que vendem os produtos. “Os discursos dos novos ministros estão gerando uma calmaria no mercado e o dólar está voltando ao patamar anterior. Isso influencia no preço, e acho que ele pode se manter.”

Veículos

A produção de veículos no Brasil fechou com alta de 6,7% em 2018, informou nesta terça-feira (8) a associação das montadoras (Anfavea). No total, foram feitos 2.880.724 carros, caminhões e ônibus no ano, contra 2.699.167 veículos em 2017.

Depois de passar por 3 anos seguidos de queda na produção de veículos, a indústria brasileira alcançou crescimento pelo 2º ano consecutivo, mas foi afetada negativamente pela queda nas exportações. “As exportações atrapalharam a produção. Se a meta de exportação fosse cumprida, teríamos alcançado número de produçao acima de 3 milhões, como previsto”, afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea.

 Apesar do desempenho positivo em 2018, a produção acabou com um crescimento abaixo do visto nos emplacamentos, que subiram 14,6% no ano passado. A alta inferior comparada a 2017 foi afetada pelas exportações, que caíram 17,9% em 2018. De janeiro a dezembro de 2018, as montadoras brasileiras enviaram 629.175 veículos ao exterior, enquanto no mesmo período de 2017, melhor ano da história para os embarques, o número foi de 766.013.

“A exportação continua muito fraca, com uma queda de 48% em dezembro ante dezembro de 2017. Nosso principal parceiro, a Argentina, ainda deve apresentar problemas, seu mercado está caindo, fechou o ano abaixo de 800 mil unidades e a previsão era acima de 1 milhão”, disse Antonio Megale, presidente da Anfavea.

Blog do Boka/ tribuna da Bahia