15
set

Como dizia minha Vó, “gato escaldado tem medo de água fria”. Vítima de constantes ataques, mentiras e acusações falsas que envenenam a imagem do presidente e ofuscam as boas notícias sobre as ações positivas do governo federal, o presidente Bolsonaro vem mantendo distância da imprensa, inclusive em suas viagens ao interior do país.

Um recente exemplo foi à vinda do presidente a Barreiras e em São Desidério, claro que como Bolsonarista achei a situação muito estranha e até constrangedora. Enquanto aos profissionais de imprensa já credenciados via internet era feito um volume de exigências, ao cidadão comum não se exigiam quase nada.

Mais estranho ainda foi quando por várias vezes tentei me aproximar do presidente e fui barrado. Não conformado, por entender que era uma oportunidade ímpar, chamei um dos seguranças e disse que tinha o desejo de falar com Bolsonaro e tirar uma foto. O segurança foi bem claro: “deixa com alguém seus equipamentos e credenciais que lhe deixo entrar”. Simples assim.

Isso mostra que é inegável a influência exercida pelos meios de comunicação – Jornalismo – nas informações falsas ou verdadeiras como vem ocorrendo.

Por isso acho imprescindível o resgate da ética jornalística nas mais variadas mídias para que o jornalismo possa exercer a condição de árbitro e porta-voz da opinião pública, e passar assim, a cumprir com seu dever fundamental e constitucional de levar informação objetiva com credibilidade e imparcialidade, isenta de ideologia política.

Entendo que como profissional de imprensa não poderia exercer tietagem, mas a meu ver, foi realmente constrangedor. Informações de Jornal Gazeta do Oeste.