13
jan
As últimas semanas foram marcadas por notícias sobre doenças no Brasil. Em Minas Gerais, cerca de 15 Municípios enfrentam um surto de casos de febre amarela. O governo do Estado decretou Situação de Emergência em saúde pública por 180 em 152 Municípios. Já na Bahia, uma doença ainda indeterminada, que deixa a cor da urina escura, aflige a população.
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais informou nesta quinta-feira, 12 de janeiro, que subiu para 30 o número de óbitos com suspeita de febre amarela. Além disso, outros 110 casos de pessoas com sintomas da doença já foram notificados.
O Município mineiro de Ladainha – que tem cerca de 18 mil habitantes – é, até o momento, um dos mais afetados. São 31 casos suspeitos e 11 mortes. O região está em alerta especialmente após a morte de paciente que reside e trabalha na zona urbana. Piedade de Caratinga registrou quatro mortes e 12 casos da doença.
O número de registros também é alto em Caratinga, com 20 casos e um óbito; Imbé de Minas, com 14 casos e um óbitos; e Piedade de Caratinga, com 12 casos da doença e quatro mortes. Também foram registrados casos em Entre Folhas, Inhapim, Ubaporanga, São Domingos das Dores, São Sebastião do Maranhão, Ipanema, Frei Gaspar, Itambacuri, Malacacheta, Poté e Setubinha. Em outras seis localidades foram identificados casos da doença em animais.
Já na Bahia, médicos e autoridades ainda não sabem determinar a causa da doença  que  faz os pacientes apresentarem dores fortes e urina de uma cor diferente. Já foram registrados 52 casos da doença e duas mortes. Uma aconteceu no Município de Vera Cruz. O segundo óbito ocorreu na capital do Estado. Salvador é o Município mais afetado até o momento.
Entre os principais sintomas da doença estão: dor muscular extrema, insuficiência renal e urina da cor preta. Até decobrirem a causa, o tratamento vem sendo feito com hidratação intensa e analgésico. O paciente não deve tomar anti-inflamatório para não piorar a situação dos rins. O paciente apresenta quadro um pouco mais suave dos sintomas entre três e sete dias.
 
Agência CNM, com informações do G1