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De forma interativa os Idosos do Programa Idade Viva receberam durante toda semana a equipe do Comando Militar da Ronda Maria da Penha, o intuito foi de discutir a temática de combate a violência contra a mulher, proteção familiar e o empoderamento feminino. A lei Maria da Penha tem sido um marco, não apenas na repressão a atos violentos, mas também na punição a violência física, doméstica, psicológica, sexual e patrimonial.

Em clima de descontração e informação, a Tenente PM Nina Marques apresentou dados, explicou as medidas legais e como proceder no caso de denúncias anônimas, o que fazer com os agressores, informou os telefones da Delegacia da Mulher – DEAM, do Centro de Referência de Atendimento à Mulher – CRAM e da Ronda Maria da Penha.  A Tenente Nina explicou ainda que em Barreiras, o número de casos com idosos são inexpressivos, mas que a prevenção e informação são as melhores medidas.

“Nosso objetivo é mostrar que a Ronda Maria da Penha atua com caráter repreensivo, mas também preventivo. Informamos claramente que as pessoas idosas, além de protegidas pela Lei Maria da Penha, têm ainda o Estatuto do Idoso, distribuímos um panfleto com dados para que elas saibam a quem recorrer e como denunciar. Eles participaram bastante durante a roda de conversa, em que falamos sobre a Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio e pontuamos sobre todos os tipos de violência”, disse a comandante Tenente PM Nina Marques.

O programa Idade Viva é voltado para o atendimento e promoção de qualidade de vida na terceira idade, vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, atende gratuitamente centenas de idosos, promovendo atividades de saúde, lazer e aprendizado.

“Esses encontros são muito importantes para os idosos, agradecemos a comandante Nina por expandir até o Idade Viva essas palestras. Felizmente não temos nenhum caso de violência física ou psicológica contra os idosos que frequentam o programa, mas conforme relatos que ouvimos durante a palestra, eles convivem com vizinhos e familiares nessa situação. Agora eles já sabem como proceder e denunciar”, finalizou a coordenadora Olivia Bezerra.    (Informações Dircom /PMB)

 

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